AEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!
Meu visto permanente foi aprovado!! Estarei voltando na semana que vem ao Brasil para pegar a nova cidadã americana (minha esposa) e a nova cadela americana(teka , minha cachorra) e voltar para a terra do tio Sam. As datas ainda nao estao confirmadas mas em breve estarão. Vamos aproveitar que fim de ano nao estarei aqui e vamos fazer logo amigo oculto, presente de natal, meu aniversário é em abril e provavelmente nao estarei aqui, pois acho que volto na semana santa que é fim de março, entao já vao adiantando os presentes.
Não é Green Card, mas quem sabe um dia. Com esse visto posso morar, trabalhar, brincar , passear, comprar, pular, dançar, e sacudir por aqui! Uhuuuuuu.
Valeu galeraaaa!!!!
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Filosofia sobre secar as mãos

Momento Filosófico....
Aqui no trabalho no banheiro (ou restroom, porque bathroom não é chique, igual banheiro e toillete, só frescura mesmo) secamos as mãos com uma maquina que voce coloca a mao embaixo ele detecta e sai um ar quente que "seca" sua mão. No Brasil também tem, e eu sempre achei que era um desprdicio de energia. Pois bem, um dia a ficha caiu e eu pensei: Que máquina maravilhosa!!! Veja os motivos:
1 - Voce não precisa ler a frase ridicula: "Mãos secas com apenas duas folhas". Alguem deve ter processado porque não secou a mão direito pois agora está escrito "Mãos levemente secas com apenas duas folhas". Todos nós sabemos que haja folha para secar legal a mão.
2 - Ao secar as mãos com papel voce gera lixo no planeta, pois vc joga o papel fora e isso vira lixo, que muitas vezes nao é reciclado. Com isso novas folhas tem que ser criadas e mais arvores desmatadas. (Vocês estão rindo, mas é sério ué)
3 - Voce pode pensar, mas que disperdicio de energia para gerar esse bafo quente. Agora pense comigo: Para esse papel chegar em suas mãos molhadas gastou-se energia para cortar a árvore, transformar a celulose, transporta pra cá e para lá, plastico para aos pacotes que contem sei lá 500 a 1000 folhas. Depois de usar, aquilo que conseguirmos separar vai para a reciclagem e mais um tanto de energia para todo o processo.
Que loucura. E para que? Apenas transferir um pouco de água da superficie da sua mão para a superficie do papel. Água, apenas água. Em pouquissimo tempo a energia do sol iria evaporar essa agua , mas para acelerarmos esse processo natural da natureza fazemos tanto estrago a ela.
Entao a partir de hoje eu só seco a mão em toalhas ou no secador de mãos, se nao tiver vai na calça mesmo, onde der. Vamos dar um basta a essa sociedade que quer tudo para ontem, não deixa nem a natureza tabalhar mais! E tenho dito!
Acima a foto da maior invenção da humanidade depois do computador, do playstation, do wii, do xbox, do porta retratos digital, bem é uma invençao top 5000 da humanidade com certeza.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Mãos ao alto!
Meus amigos, esse é mais um desabafo do que um post propriamente dito, ainda estou chocado com o que eu vi no sábado. Calma, calma, não foi assalto nem nada desse tipo não, foi no minimo inusitado e no máximo assutador.
Fui passar o sábado num sitio numa cidade proxima daqui, uns 30 minutos chamada Letts. Brinquei com o pessoal que a cidade se chama Letts porque ela era tao pequena que voce dava uma volta no quarteirão e dizia: Letts go? Pois ja havia acabado a cidade. Chegando lá o pessoal tinha marcado várias atividades, como baseball, basket, Horse shoe (vejam em breve as fotos no picasa, que tenho que pegar com o pessoal). MAS, uma das atividades era? shooting. Até ai tudo bem, tiro ao alvo com tiro de chumbinho, espoleta, algo assim. Doce engano. De repente os caras tiraram do porta-malas dos carros um ARSENAL de armas, meus amigos, o que que era aquilo! Saiu de tudo , saiu 9mm, saiu rifle, 20mm, semi-automatica, enfim, saiu de tudo, até sniper os caras sacaram. E foram caixas e mais caixas de bala. bala do tamanho do meu dedo. E tudo na maior normalidade, para eles como se fosse um equipamento um esporte comum. Bem fomos para o campo de tiro e eu fiquei lá atrás de todo mundo, meio abismado e preocupado, imagina a cena mais de 10 caras fortemente armados, andando assim como se nada tivesse acontecendo...
Chegamos lá e a primeira coisa foi soltar uns fogos para avisar que o tiroteio ia começar. Foram uns fogos com tipo uns paraquedas que voavam para longe (ainda nao descobri para que , mas tudo bem). Pra começar a aventura o cano que lançava os paraquedas caiu e começou a disparar fogos em cima da gente! Eeeeita. Com tanto trabuco na mao quase que a gente e ferra com fogos de artificios, que ironia. Bom melhor que tomar bala. Começou a preparaçao para a "brincadeira". Eu fiquei impressionado com a habilidade dos caras e a rapidez para carregar e preparar as armas. Era um tal de click, clack, tchlec, tchluc, e bota bala, e carrega pente, muito louco. Quando estava olhando um preparando a sua arma, outro po outro lado já estava pronto e de repente: Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow! Eu como bom carioca já me abaixei e corri para um local seguro, pelo menos tentei achar algo. Desse momento eu percebi como eu fiquei traumatizado com aquilo que passei no Rio, tantas vezes. A brincadeira perdeu a graça e aquele barulho deixou de ser brincadeira e vi que aquilo que estavamos carregando eram ARMAS! Claro para o pessoal aqui, que estão acostumados , é como se eles estivessem jogando battlefield ao vivo contra garrafas, mas para mim a cultura é arma = problema. Custou para eu me conformar a ficar ali. Admito que nunca fiquei a vontade com a situação, mas já que estava ali vamos aproveitar da melhor maneira. Resolvi atirar também. Peguei o Sniper do camarada. A arma é bem pesada e o coiçe (acho que é assim de que escreve, na verdade escreve coice sem ç (dica do professor Tulio, a Lenda na hora do almoço)) nao é tao pesado, mas se ficar com mao de moça a arma cai. A mira é IGUAL ao que vemos no video game. Lembro claramente a imagem do meu dedo qdo eu apertei safe, para tirar a arma do safe mode, ou seja, apertou atirou. Nervoso o negócio. Mirei no alvo e larguei o dedo umas 3 ou 4 vezes. Eu sempre fui fã de jogos de tiros e coisas relacionadas a mira. Desde pequeno eu jogava dardos no leblon, e sempre joguei jogos de tiros com armas no fliperama. Mas arma de verdade é TOTALMENTE diferente, a pressao, a precisão, e fora que é uma arma de verdade né. Outro detalhe é que o barulho é ensurdecedor. Muito alto. Tinha uma shotgun lá que deixava voce com zunido quando atirava, mesmo voce longe. Essa mesma arma simplesmente arrebentou , acabou com o alvo.
O que posso concluir dessa experiencia é: a presença desses artefatos tira a paz do ambiente. Só pegando um treco desses na mão para ver como a situacao do nosso querido Rio está ruim, pois para um ser humano mirar no outro e atirar tem que estar com o coraçao muito , mas muito voltado ao mal mesmo. A pratica do esporte é interessante, mas poderia substituir por uma bala de chumbinho algo mais leve, nao precisa disso tudo. Percebi que a relacao dos americanos com relacao a armas é totalmente diferente da nossa, o que faz com que eles olhem mais ou menos assim: atirar é esporte, mirar em alguem jamais, eles tem o maior cuidado com relacao a isso. Não houve nenhuma brincadeira , nem mençao a mirar a arma para alguem.
Depois coloco as fotos comigo atirando e comigo segurando os trabucos.
E eu pensando que com o passar do tempo nao ia mais ter o que escrever no blog. Que engano :) Acho qeu está só começando!
Ufa! Estou vivo!
(agradecimentos à Tulio, a Lenda por ter enviado a foto ilustrativa do blog, alias a unica foto de TODO o blog, hehehe. Valeu Tulioooou!)
Fui passar o sábado num sitio numa cidade proxima daqui, uns 30 minutos chamada Letts. Brinquei com o pessoal que a cidade se chama Letts porque ela era tao pequena que voce dava uma volta no quarteirão e dizia: Letts go? Pois ja havia acabado a cidade. Chegando lá o pessoal tinha marcado várias atividades, como baseball, basket, Horse shoe (vejam em breve as fotos no picasa, que tenho que pegar com o pessoal). MAS, uma das atividades era? shooting. Até ai tudo bem, tiro ao alvo com tiro de chumbinho, espoleta, algo assim. Doce engano. De repente os caras tiraram do porta-malas dos carros um ARSENAL de armas, meus amigos, o que que era aquilo! Saiu de tudo , saiu 9mm, saiu rifle, 20mm, semi-automatica, enfim, saiu de tudo, até sniper os caras sacaram. E foram caixas e mais caixas de bala. bala do tamanho do meu dedo. E tudo na maior normalidade, para eles como se fosse um equipamento um esporte comum. Bem fomos para o campo de tiro e eu fiquei lá atrás de todo mundo, meio abismado e preocupado, imagina a cena mais de 10 caras fortemente armados, andando assim como se nada tivesse acontecendo...
Chegamos lá e a primeira coisa foi soltar uns fogos para avisar que o tiroteio ia começar. Foram uns fogos com tipo uns paraquedas que voavam para longe (ainda nao descobri para que , mas tudo bem). Pra começar a aventura o cano que lançava os paraquedas caiu e começou a disparar fogos em cima da gente! Eeeeita. Com tanto trabuco na mao quase que a gente e ferra com fogos de artificios, que ironia. Bom melhor que tomar bala. Começou a preparaçao para a "brincadeira". Eu fiquei impressionado com a habilidade dos caras e a rapidez para carregar e preparar as armas. Era um tal de click, clack, tchlec, tchluc, e bota bala, e carrega pente, muito louco. Quando estava olhando um preparando a sua arma, outro po outro lado já estava pronto e de repente: Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow!Pow! Eu como bom carioca já me abaixei e corri para um local seguro, pelo menos tentei achar algo. Desse momento eu percebi como eu fiquei traumatizado com aquilo que passei no Rio, tantas vezes. A brincadeira perdeu a graça e aquele barulho deixou de ser brincadeira e vi que aquilo que estavamos carregando eram ARMAS! Claro para o pessoal aqui, que estão acostumados , é como se eles estivessem jogando battlefield ao vivo contra garrafas, mas para mim a cultura é arma = problema. Custou para eu me conformar a ficar ali. Admito que nunca fiquei a vontade com a situação, mas já que estava ali vamos aproveitar da melhor maneira. Resolvi atirar também. Peguei o Sniper do camarada. A arma é bem pesada e o coiçe (acho que é assim de que escreve, na verdade escreve coice sem ç (dica do professor Tulio, a Lenda na hora do almoço)) nao é tao pesado, mas se ficar com mao de moça a arma cai. A mira é IGUAL ao que vemos no video game. Lembro claramente a imagem do meu dedo qdo eu apertei safe, para tirar a arma do safe mode, ou seja, apertou atirou. Nervoso o negócio. Mirei no alvo e larguei o dedo umas 3 ou 4 vezes. Eu sempre fui fã de jogos de tiros e coisas relacionadas a mira. Desde pequeno eu jogava dardos no leblon, e sempre joguei jogos de tiros com armas no fliperama. Mas arma de verdade é TOTALMENTE diferente, a pressao, a precisão, e fora que é uma arma de verdade né. Outro detalhe é que o barulho é ensurdecedor. Muito alto. Tinha uma shotgun lá que deixava voce com zunido quando atirava, mesmo voce longe. Essa mesma arma simplesmente arrebentou , acabou com o alvo.
O que posso concluir dessa experiencia é: a presença desses artefatos tira a paz do ambiente. Só pegando um treco desses na mão para ver como a situacao do nosso querido Rio está ruim, pois para um ser humano mirar no outro e atirar tem que estar com o coraçao muito , mas muito voltado ao mal mesmo. A pratica do esporte é interessante, mas poderia substituir por uma bala de chumbinho algo mais leve, nao precisa disso tudo. Percebi que a relacao dos americanos com relacao a armas é totalmente diferente da nossa, o que faz com que eles olhem mais ou menos assim: atirar é esporte, mirar em alguem jamais, eles tem o maior cuidado com relacao a isso. Não houve nenhuma brincadeira , nem mençao a mirar a arma para alguem.
Depois coloco as fotos comigo atirando e comigo segurando os trabucos.
E eu pensando que com o passar do tempo nao ia mais ter o que escrever no blog. Que engano :) Acho qeu está só começando!
Ufa! Estou vivo!
(agradecimentos à Tulio, a Lenda por ter enviado a foto ilustrativa do blog, alias a unica foto de TODO o blog, hehehe. Valeu Tulioooou!)
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Gato fala ingles
Essa eu aprendi aqui. Eu sempre brinquei que quando minha cachorra viesse para cá ela teria que aprender a falar ingles pq cachorro brasileiro late fazendo Au, Au Au, mas cão americano late Ruffs, Ruffs, Ruffs. Mas e os gatos? Eles também respondem diferente.
Um dia estava na casa de ums amigos americanos e lá tinha um gato. E comecei a chamar o gato: SiuSiuSiuSiuSiuSiuSiuSiuSiuSiuSiu. Mais ou menos assim que eu chamo gato brasileiro, e eles normalmente vem. Entao eu fiz isso , e nada do gato vir, nem era com ele, nem a orelha levantou como sinal de alerta. Nenhuma reaçao. Ai me lembrei que meu amigo aqui disse que gato aqui se chamava diferente. Entao fiz como meu amigo disse comecei a fazer: KiriKiriKiriKiriKiriKiriKiriKiri. Rapidinho! o gato veio e se enroscou na minha perna. Bem comprovou-se entao que o gato aqui nos estados unidos responde diferente! claro até os gatos aqui falam inglês. Fantastico!
Um dia estava na casa de ums amigos americanos e lá tinha um gato. E comecei a chamar o gato: SiuSiuSiuSiuSiuSiuSiuSiuSiuSiuSiu. Mais ou menos assim que eu chamo gato brasileiro, e eles normalmente vem. Entao eu fiz isso , e nada do gato vir, nem era com ele, nem a orelha levantou como sinal de alerta. Nenhuma reaçao. Ai me lembrei que meu amigo aqui disse que gato aqui se chamava diferente. Entao fiz como meu amigo disse comecei a fazer: KiriKiriKiriKiriKiriKiriKiriKiri. Rapidinho! o gato veio e se enroscou na minha perna. Bem comprovou-se entao que o gato aqui nos estados unidos responde diferente! claro até os gatos aqui falam inglês. Fantastico!
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Quero meu Ar de volta
Essa aconteceu tem um tempo já, mas ainda nao registrei aqui. Estava eu em um sabado com vontade de comer o meu lanche no Wendys, como eu faço todo sábado. Como todos sabem, eu nao dirigo (ainda). Portanto, fui de bike para o wendys. Antes de calibrar o pneu da minha barriga , resolvi parar no posto e calibrar o pneu da bicicleta. No posto onde parei , voce paga 25cents, que absurso, e a maquina liga e voce enche o pneu. Simples assim!(até parece). Pois bem, parei lá, paguei a moedinha e coloquei a mangueira no birro. E nada do pneu encher, e a mangueira nao encaixava. Entao resolvi ler as instruções que diziam: Nozzle the fuzzle in the zuzzle, **********************************************. Resumo, nao entendi zingles. Na bendita mangueira , tinha a unica palavra que eu entendi , uma alavanca, "Lever". Encostei a mangueira no birro e puxei a alavanca. Em menos de 1 segundo a mangueira puxou TODO o ar do pneu. Era só o que faltava, longe de casa e com o pneu murcho, que lindo. Tentei tudo que eu tinha em mente naquela hora dificil, foi quando... a máquina parou de soltar o ar! Sem saber o que fazer , fui procurar um frentista. Ha Ha Ha, quem disse que nos eua tem frentista em posto de gasolina, viva o self-service. Fui para a lojinha de (in) conveniencia, e para completar , estava cheio de gente. Eu falei: [Com licenca, estou tendo um probleminha para encher o pneu da minha bicicleta e ele acabou esvaziando, será que voce poderia me ajudar , moça.] Ela respondeu para melhorar a situação: [ihhh, também nao sei mexer naquela maquina nao. O máximo que posso fazer é devolver a sua moedinha.]. Eu disse com um ar de desespero, ja pensando em mim com a bike no lombo voltando para casa a pés: [Não moça, nao quero a moedinha de volta, eu quero o meu ar de volta!]. Mas como ela nao poderia fazer isso, acabei aceitando a moedinha. Voltei lá para encarar o bicho e pensei, vou ter que fazer funcionar. Mas uma vez coloquei a moedinha, a maquina funcionou e nada de encher a porcaria do pneu. Ai, iluminadamente eu fiz o seguinte: virei o birro para cima e tentei colocar a mangueira de forma que qdo o birro tentasse entrar para dentro do pneu, ele ficasse prensado no chao. Funcionou! AAAAeeeeeee. Alias funcionou até demais, quando a mangueira encaixou, foi tanto ar que quase estourou o pneu, resultado meu pneu ficou tão cheio que se passasse em cima de um alfinete capaz de explodir.Felizmente pude ir ao wndeys , comprar meu lanche (com a mao toda suja de pneu, hehe), levei para casa e passei o resto do meu sabado em paz. Como diria Roberto: "São tantas emoções".
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
IT: Novo artigo publicado sobre TFS
Publiquei hoje no site Linha de Código um artigo que fala sobre instalação do Team Foundation. O Objetivo deste artigo é fazer um passo a passo guiando a instalacao dos pre requisitos e sua ordem correta , e com alguns toques que foram valiosos quando eu instalei o TFS aqui na empresa. Aconselho a darem uma olhada, preparam uma maquininha virtual e experimentar esse software, bom demais.
Para ler o artigo acesse: http://www.linhadecodigo.com.br/Artigo.aspx?id=1449
Para ler o artigo acesse: http://www.linhadecodigo.com.br/Artigo.aspx?id=1449
Origem do Omo
Esse texto eu peguei do site Ig Educação, onde tem uma serie sobre origem das palavras e expressões. Vou postar algumas aqui porque achei uma cultura inutil muito util.
A origem do OMO
Foi na Inglaterra vitoriana, na década de 1890, que William Hesketh Lever, fundador da Lever Bros, lançou o revolucionário sabão Sunlight para “fazer da limpeza uma rotina, para diminuir o trabalho das mulheres, para estimular a saúde e aumentar a atração pessoal, para a vida ser mais agradável e recompensadora para as pessoas que usem nossos produtos”. (Você consegue imaginar esse texto num comercial de hoje?).
O negócio prosperou, e em 1929 foi fundada a Unilever, hoje uma poderosa multinacional.
Antes disso, em 1908, a então denominada Lever Brothers registrou, como um amaciante de roupas, a marca Omo. A primeira embalagem, feita na Inglaterra, tinha o desenho de uma coruja, no qual os “os” e o “m” formavam os olhos e o bico.
Omo é o acrônimo (as iniciais) de “Old Mother Owl”, velha mãe coruja, símbolo do desvelo e da dedicação materna.
A figura da coruja sumiu da embalagem, mas as letras lá estão, como dois olhos observando o consumidor e chamando sua atenção para o produto.
A origem do OMO
Foi na Inglaterra vitoriana, na década de 1890, que William Hesketh Lever, fundador da Lever Bros, lançou o revolucionário sabão Sunlight para “fazer da limpeza uma rotina, para diminuir o trabalho das mulheres, para estimular a saúde e aumentar a atração pessoal, para a vida ser mais agradável e recompensadora para as pessoas que usem nossos produtos”. (Você consegue imaginar esse texto num comercial de hoje?).
O negócio prosperou, e em 1929 foi fundada a Unilever, hoje uma poderosa multinacional.
Antes disso, em 1908, a então denominada Lever Brothers registrou, como um amaciante de roupas, a marca Omo. A primeira embalagem, feita na Inglaterra, tinha o desenho de uma coruja, no qual os “os” e o “m” formavam os olhos e o bico.
Omo é o acrônimo (as iniciais) de “Old Mother Owl”, velha mãe coruja, símbolo do desvelo e da dedicação materna.
A figura da coruja sumiu da embalagem, mas as letras lá estão, como dois olhos observando o consumidor e chamando sua atenção para o produto.
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